JKARMA

Sat

28

Mar

2009

Inverno

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Obra de Inês Figueiredo. Pintura acrílica em tela, 420x297mm.

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Mon

09

Feb

2009

Mais um dia...

Se queres ver o arco-íris, tens que contar com a chuva.

Anónimo

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Sun

08

Feb

2009

APRENDER...

Há coisas que não mudam, que estão para além de tudo...

Hoje, recebi uma lição; espero estar à altura.

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Mon

26

Jan

2009

Les Fleurs du Mal

Les Fleurs du Mal Les Fleurs du Mal

SPLEEN E IDEAL

III - ELEVAÇÃO

 

Por sobre os pantanais, os vales orvalhados,
As montanhas, os bosques, as nuvens, os mares,
Para além do íngneo sol e do éter que há nos ares,
Para além dos confins dos tectos estrelados,

Flutuas, meu espírito, ágil peregrino,
E, como um nadador que nas águas afunda,
Sulcas alegremente a imensidão profunda
Com um lascivo e fluido gozo masculino.

Vai mais, vai mais além do lodo repelente,
Vai te purificar onde o ar se faz mais fino,
E bebe, qual licor translúcido e divino,
O puro fogo que enche o espaço transparente.

Depois do tédio e dos desgostos e das penas
Que gravam com seu peso a vida dolorosa,
Feliz daquele a quem uma asa vigorosa
Pode lançar às várzeas claras e serenas;

Aquele que, ao pensar, qual pássaro veloz,
De manhã rumo aos céus liberto se distende,
Que paira sobre a vida e sem esforço entende
A linguagem da flor e das coisas sem voz!

Charles Baudelaire, Les Fleurs du Mal

Citado em http://www.geocities.com/cumbucapoetica/cb/flores.html

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Sun

25

Jan

2009

12 MACACOS

Ontem, a loucura de hoje
foi preparada.
O silêncio de amanhã,
triunfo ou desespero.
Bebe, pois não sabes de onde vieste,
nem porquê.
Bebe, pois não sabes nem porquê,
nem aonde vais!

(Excerto do Filme 12 Macacos)

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Sun

18

Jan

2009

Ennoea

Ah, tudo é símbolo e analogia!
O vento que passa, a noite que esfria
São outra coisa que a noite e o vento
Sombras de vida e de pensamento.

Tudo que vemos é outra coisa.
A maré vasta, a maré ansiosa,
É o eco de outra maré que está
Onde é real o mundo que há.

Tudo que temos é esquecimento.
A noite fria, o passar do vento
São sombras de mãos cujos gestos são
A ilusão mãe desta ilusão.

(excerto do livro Fausto, de Fernando Pessoa)

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